O caso do estupro entre Daniel e Monique foi forjado. Depois do fraco desempenho no ibope das edições do BBB10 e BBB11, a Globo e Boninho optaram por não correr riscos e decidiram chocar desde o início do Big Brother Brasil 12.
Daniel recebeu um poupudo cachê da emissora carioca para protagonizar o pseudo-estuprador no BBB12 e já teve intermediado pela própria Globo, um contrato para pousar nú para revistas direcionadas ao público gay.
Todo mundo sabe, ou ao menos deveria saber que cada participante entra com um papel definido, assim como a Globo manipula os resultados das supostas votações para eliminações no programa. O mesmo acontece com o comportamento dos participantes na casa.
Mayara, participante que trabalha numa produtora de filmes pornográficos foi proibida de mencionar a participação de Bruna Surfistinha em dois novos filmes de sua produtora, alegando que Raquel Pacheco possui vínculos com a Record.
Passado o buzz do falso estupro de Monique e Daniel no BBB via Twitter e Facebook, a Globo agora encomenda novos "babados" para aquecer a audiência do programa.